
Apesar do pedido do seu advogado de exames psiquiátricos, ela foi detida de novo. Após examinar o corpo da rapariga, que teria estado viva 4 dias após a morte do menino, a polícia suspeita de um duplo homicídio premeditado, especialmente porque se revela que a mulher escreveu cartas durante os 15 dias passados com os corpos no apartamento para justificar o crime. Uma carta de oito páginas e outra de quatro páginas.
Ela expressou a sua infelicidade desde o nascimento do seu filho e a sua ligação com o seu pai. Enquanto que antes, ela indicou que vivia em silêncio com a sua filha.
Aparentemente já não suporta o pai do seu filho, que se diz ser a causa dos seus problemas, relata o delegado.
O (alegado) criminoso tinha um salário de 3000 Reais e estava a receber uma pensão de alimentos para o seu filho mais novo. Isto leva a polícia a descartar problemas financeiros como motivo para o crime. Segundo a delegada, a mulher continuou a viver correctamente a sua vida quotidiana após a tragédia.
As câmaras de vigilância do apartamento serão verificadas, vizinhos e membros da escola da rapariga foram interrogados. O director da escola da menina disse que a mãe lhes tinha dito que o seu filho estava doente de gripe.
A polícia disse que a mãe trabalha a partir de casa e que o seu segundo filho ainda não vai à escola, ela mantém-no sempre com ela. Os clientes também confessaram que a mulher lhes tinha oferecido serviços de crédito da empresa para a qual trabalha por telefone.
A polícia tem até 6 de Setembro para completar a investigação. Os vizinhos, professores da escola e o porteiro do apartamento serão todos entrevistados.

